Terapia Hormonal

8 Razões Para Considerar a Terapia Hormonal na Menopausa e Seus Benefícios Comprovados

Com novos estudos e relatos de especialistas, a terapia hormonal na menopausa volta a ser considerada uma opção segura para melhorar o bem-estar e a qualidade de vida das mulheres.

Por Redação Brazil Health , 08/08/2025

3 min de leitura

8 Razões Para Considerar a Terapia Hormonal na Menopausa e Seus Benefícios Comprovados

8 Razões Para Considerar a Terapia Hormonal na Menopausa e Seus Benefícios Comprovados

Após anos de controvérsias e informações distorcidas, a terapia hormonal durante a menopausa volta ao centro das discussões na saúde feminina, impulsionada por estudos recentes e relatos de especialistas. Apesar do estigma que ainda ronda o tema, a prática, quando bem indicada e monitorada, pode mudar radicalmente a qualidade de vida das mulheres.

A ginecologista e pesquisadora Fabiane Berta, fundadora do MYPAUSA, destaca que o medo da terapia hormonal foi alimentado por pesquisas antigas e mal interpretadas. "A mulher não pode mais ser refém de um passado científico mal interpretado. Hoje, sabemos que, quando bem indicada, a terapia hormonal é segura e transforma vidas”, afirma Fabiane. Segundo ela, ainda existe resistência entre profissionais e pacientes, mas o debate é fundamental.

  • ajuda a restaurar o equilíbrio hormonal perdido: com a redução de estrogênio e progesterona, sintomas como ondas de calor, insônia e irritabilidade se intensificam. A reposição oferece alívio e conforto.
  • melhora significativa da qualidade de vida: mulheres relatam sono de mais qualidade, resgate da libido e humor estável, fatores que devolvem energia e disposição ao dia a dia.
  • proteção cardiovascular: o estrogênio possui ação vasodilatadora e anti-inflamatória, reduzindo o risco de doenças do coração quando a reposição é feita de forma precoce e adequada.
  • preservação da saúde óssea: a terapia ajuda a prevenir osteoporose e fraturas que podem comprometer a autonomia na terceira idade.
  • estímulo cognitivo e proteção do cérebro: há potencial de manter a saúde do cérebro ativa, preservando memória e reduzindo riscos de declínio precoce.
  • impacto positivo na sexualidade: a reposição melhora lubrificação, reduz desconforto e fortalece o desejo sexual, pilares para autoestima e bem-estar.
  • melhora da saúde metabólica: além de equilibrar colesterol e prevenir ganho de peso, a terapia pode combater a resistência à insulina.
  • individualização traz segurança: o tratamento atual é personalizado, considerando histórico, exames e estilo de vida de cada mulher.

“Menopausa não é sinônimo de descontrole metabólico. É preciso parar de normalizar sintomas que são tratáveis”, reforça Fabiane. Para a especialista, o maior risco está na desinformação, não no tratamento. “Estamos deixando milhões de mulheres sem acesso ao que pode devolver a elas autonomia e bem-estar. Isso sim é perigoso.”